Redução de Custos: Redução de Custos - Como Fazer, Sem Errar na Dosag...: Quando se fala em redução de custos, principalmente em momentos de crise, a primeira ação a tomar numa empresa é a demissão de ...
O ListNegócios foi criado para oferecer diversos serviços diferenciados,fornecidos por empresas especializadas altamente qualificadas, com enormes vantagens de custos e benefícios.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Redução de Custos: Redução de Custos - Como Fazer, Sem Errar na Dosag...
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Evento mostra como abrir e operar negócios na internet
Evento mostra como abrir e operar negócios na internet:
Empreendedores interessados em abrir ou melhorar negócios na internet vão aprender como entrar e operar nesse mundo virtual no Seminário e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e Meios de Pagamento – Ecom 2012. O evento será realizado nesta quinta-feira (18), em Brasília (DF), no Hotel Nacional, a partir das 8h30.
Esse é o décimo de 14 seminários que estão sendo promovidos pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com o apoio do Sebrae nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo da FIFA 2014 e ainda em Florianópolis (SC) e Belém (PA). O objetivo é capacitar e incentivar os empreendedores a operar negócios no meio digital e aproveitar as oportunidades surgidas com o mundial de futebol. Especialistas de órgãos e instituições que atuam na área de comércio eletrônico vão orientar os participantes.
O Sebrae promoverá, a partir das 10h, palestra sobre empreendedorismo digital. A instituição vai apresentar soluções como o Conecte seu Negócio - que proporciona a construção gratuita de um site; Click Marketing - ferramenta on line gratuita para construção e acompanhamento de plano de marketing; e o Sebraetec - programa que apoia as empresas que querem investir em inovação e tecnologia. Também serão oferecidas oficinas sobre como abrir uma loja virtual e atuar nas mídias sociais.
A analista de Atendimento Coletivo Comércio do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, lembra que o comércio eletrônico é uma tendência mundial que deverá ser reforçada no Brasil com a Copa do Mundo, devido ao aumento da demanda em função da movimentação de turistas. E os pequenos negócios, que são maioria principalmente na área de comércio, precisam estar preparados para aproveitar essa oportunidade.
Hoje, explica a analista, esse já é um mercado em expansão. “De 1º de janeiro a 30 de junho de 2012, as vendas pela internet no Brasil totalizaram R$ 10,2 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2011”, lembra.
Haverá um workshop de redes e mídias sociais e uma exposição de produtos, serviços e as principais tendências tecnológicas na área de comércio eletrônico e infraestrutura em tecnologia da informação. Nessa exposição, os empreendedores também poderão buscar orientações com consultores e especialistas.
Calendário
Os seminários Ecom 2012, que começaram em agosto, já foram realizados em São Paulo, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Além de Brasília, ainda em outubro serão promovidos mais dois eventos: dia 24, em Cuiabá (MT) e dia 31, em Belém (PA). O ciclo encerra em novembro com eventos no dia 8, em Manaus (AM), e dia 22, em Florianópolis (SC).
Esse é o décimo de 14 seminários que estão sendo promovidos pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com o apoio do Sebrae nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo da FIFA 2014 e ainda em Florianópolis (SC) e Belém (PA). O objetivo é capacitar e incentivar os empreendedores a operar negócios no meio digital e aproveitar as oportunidades surgidas com o mundial de futebol. Especialistas de órgãos e instituições que atuam na área de comércio eletrônico vão orientar os participantes.
O Sebrae promoverá, a partir das 10h, palestra sobre empreendedorismo digital. A instituição vai apresentar soluções como o Conecte seu Negócio - que proporciona a construção gratuita de um site; Click Marketing - ferramenta on line gratuita para construção e acompanhamento de plano de marketing; e o Sebraetec - programa que apoia as empresas que querem investir em inovação e tecnologia. Também serão oferecidas oficinas sobre como abrir uma loja virtual e atuar nas mídias sociais.
A analista de Atendimento Coletivo Comércio do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, lembra que o comércio eletrônico é uma tendência mundial que deverá ser reforçada no Brasil com a Copa do Mundo, devido ao aumento da demanda em função da movimentação de turistas. E os pequenos negócios, que são maioria principalmente na área de comércio, precisam estar preparados para aproveitar essa oportunidade.
Hoje, explica a analista, esse já é um mercado em expansão. “De 1º de janeiro a 30 de junho de 2012, as vendas pela internet no Brasil totalizaram R$ 10,2 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2011”, lembra.
Haverá um workshop de redes e mídias sociais e uma exposição de produtos, serviços e as principais tendências tecnológicas na área de comércio eletrônico e infraestrutura em tecnologia da informação. Nessa exposição, os empreendedores também poderão buscar orientações com consultores e especialistas.
Calendário
Os seminários Ecom 2012, que começaram em agosto, já foram realizados em São Paulo, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Além de Brasília, ainda em outubro serão promovidos mais dois eventos: dia 24, em Cuiabá (MT) e dia 31, em Belém (PA). O ciclo encerra em novembro com eventos no dia 8, em Manaus (AM), e dia 22, em Florianópolis (SC).
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As dez dicas de negócios de Lady Gaga
As dez dicas de negócios de Lady Gaga:
Em novembro, quando Lady Gaga desembarcar no Brasil para dois shows no Rio e em São Paulo, os fãs de música pop vão acompanhar de perto cada passo da autora de Bad Romance e Born This Way. Mas não são só eles que deveriam prestar atenção às peripécias da excêntrica performer. Sua história de sucesso pode servir de exemplo para qualquer pessoa que pensa em empreender. Com 13 milhões de álbuns e 51 milhões de singles vendidos no mundo, Lady Gaga é hoje um fenômeno da indústria fonográfica. Mas quais foram as armas que ela usou para deixar de ser a desconhecida Stefani Joanne e se transformar em uma celebrada – e milionária - estrela pop? O site All Business listou as dez atitudes de Lady Gaga que a levaram ao sucesso – e podem ser copiadas pelos empreendedores.
1. Aproveite ao máximo o poder das mídias sociais
Um dos feitos mais notáveis de Lady Gaga é ter conseguido arregimentar mais de 30 milhões de seguidores no Twitter: é a maior audiência do site. Imagine ter um público desse tamanho lendo sobre tudo que acontece com a sua empresa, a cada minuto do dia. Agora pense no que isso poderia fazer pelo crescimento da sua empresa. Com apenas 140 toques para passar a sua mensagem, você precisa fazer com que cada post valha a pena.
2. Faça uma parceria com uma empresa de sucesso
Para promover o seu último CD, Gaga fez uma parceria com a Zynga, empresa responsável pela criação do Farmville, um dos jogos mais populares do Facebook. Como resultado da parceria, a cantora ganhou seu próprio jogo, o Gagaville, além de ter seu nome promovido em diversos games da empresa, dando a ela uma grande exposição em um novo mercado. Seguindo esse mesmo raciocínio, talvez seja a hora de você pensar em parcerias inusitadas, que possam levar seus produtos para públicos diferentes.
3. Reinvente-se todos os dias
Cada aparição pública de Lady Gaga é tratada como um acontecimento: ninguém sabe qual será a cor do seu cabelo, qual extravagância fashion ela cometerá e que tipo de declaração sairá da sua boca. Claro que não é o caso de mudar o look do seu site todos os dias, mas é fundamental manter o conteúdo renovado. Blogs, páginas do Facebook e posts do Twitter precisam engajar os consumidores com ideias novas o tempo todo.
4. Faça algo inusitado para chamar a atenção
Ela já chegou a uma entrega de prêmios dentro de um ovo ou usando um vestido feito de carne. Por mais que algumas considerem essas atitudes apelativas, esse tipo de truque chama – e muito – a atenção da mídia e do público. Pense: que tipo de atitude inesperada você poderia tomar para chamar a atenção das pessoas para a sua empresa?
5. Copie seus heróis, mas com um toque original
A maior crítica feita a Lady Gaga é de que ela seria uma mera cópia, roubando ideias e canções de artistas como Madonna, Gwen Stefani ou Grace Jones. A verdade é que muitos artistas se inspiram em trabalhos anteriores. Não há nenhum problema nisso – desde que o performer injete originalidade e um toque pessoal na fórmula já conhecida. O mesmo vale para os negócios: inspire-se nas pessoas e empresas que admire e adote suas melhores práticas – sempre adaptando-as para a realidade da sua empresa.
6. Dê apoio a uma instituição de caridade
Lady Gaga já conseguiu reunir milhões de dólares para instituições que apoiam os direitos dos gays ou para ajuda a vítimas de desastres naturais. Mesmo que você não tenha tanto dinheiro assim, separe uma parte dele para dar apoio a alguma causa local. Isso contribuirá muito para melhorar a sua imagem – e a da sua empresa.
7. Não faça pausas no trabalho
Desde 2008, quando suas músicas invadiram as rádios de todo o planeta, Lady Gaga não parou: lançou um single após o outro, ementou turnês com álbuns novos, lançou videoclipes cada vez mais ousados. Algumas pessoas dizem que tamanha exposição pode ser prejudicial – mas não é o que vem acontecendo com ela. Todo empreendedor precisa de um break para descansar e recarregar as baterias. Mas será que você está dedicando todo o tempo e energia que poderia para construir o seu sonho?
8. Assuma as suas falhas
Lady Gaga está longe de ser um modelo de beleza convencional: seu rosto, suas roupas, seu jeito de dançar podem incomodar ou chocar. Mas ela nunca deixou que isso fosse um obstáculo – pelo contrário, usou suas particularidades como armas para construir uma imagem única. As pessoas dizem que sua empresa é muito pequena, que atua em uma área inexpressiva, ou que não tem certas características comuns no mercado? Encare essas “falhas” como trunfos e use as diferenças para promover o seu negócio.
9. Conheça o seu público
Ano após ano, a cantora mostra que sabe exatamente do que os fãs gostam. Músicas para dançar na pista? Estão presentes em todos os discos. Figurinos cada vez mais alucinados? Pode ter certeza que seu show terá muitos. Baladas rasgadas onde ela explora sua veia mais romântica? Também estão garantidas. Lição básica: conheça bem o seu público e saiba o que precisa fazer para atender às suas necessidades.
10. Estimule a lealdade dos clientes
Lady Gaga criou um nome carinhoso para o público que a adora: são os “little monsters”, ou “monstrinhos”. Cada um deles é extremamente fiel à cantora, e defenderá suas atitudes (e suas músicas) até o fim. Eles fãs devotos também comprarão todo e qualquer produto que ela coloque no mercado. Talvez não seja o caso de criar um apelido tão fantasioso, mas que tal criar um nome, ou um slogan, que provoque identificação – e devoção – nos clientes?
1. Aproveite ao máximo o poder das mídias sociais
Um dos feitos mais notáveis de Lady Gaga é ter conseguido arregimentar mais de 30 milhões de seguidores no Twitter: é a maior audiência do site. Imagine ter um público desse tamanho lendo sobre tudo que acontece com a sua empresa, a cada minuto do dia. Agora pense no que isso poderia fazer pelo crescimento da sua empresa. Com apenas 140 toques para passar a sua mensagem, você precisa fazer com que cada post valha a pena.
2. Faça uma parceria com uma empresa de sucesso
Para promover o seu último CD, Gaga fez uma parceria com a Zynga, empresa responsável pela criação do Farmville, um dos jogos mais populares do Facebook. Como resultado da parceria, a cantora ganhou seu próprio jogo, o Gagaville, além de ter seu nome promovido em diversos games da empresa, dando a ela uma grande exposição em um novo mercado. Seguindo esse mesmo raciocínio, talvez seja a hora de você pensar em parcerias inusitadas, que possam levar seus produtos para públicos diferentes.
3. Reinvente-se todos os dias
Cada aparição pública de Lady Gaga é tratada como um acontecimento: ninguém sabe qual será a cor do seu cabelo, qual extravagância fashion ela cometerá e que tipo de declaração sairá da sua boca. Claro que não é o caso de mudar o look do seu site todos os dias, mas é fundamental manter o conteúdo renovado. Blogs, páginas do Facebook e posts do Twitter precisam engajar os consumidores com ideias novas o tempo todo.
4. Faça algo inusitado para chamar a atenção
Ela já chegou a uma entrega de prêmios dentro de um ovo ou usando um vestido feito de carne. Por mais que algumas considerem essas atitudes apelativas, esse tipo de truque chama – e muito – a atenção da mídia e do público. Pense: que tipo de atitude inesperada você poderia tomar para chamar a atenção das pessoas para a sua empresa?
5. Copie seus heróis, mas com um toque original
A maior crítica feita a Lady Gaga é de que ela seria uma mera cópia, roubando ideias e canções de artistas como Madonna, Gwen Stefani ou Grace Jones. A verdade é que muitos artistas se inspiram em trabalhos anteriores. Não há nenhum problema nisso – desde que o performer injete originalidade e um toque pessoal na fórmula já conhecida. O mesmo vale para os negócios: inspire-se nas pessoas e empresas que admire e adote suas melhores práticas – sempre adaptando-as para a realidade da sua empresa.
6. Dê apoio a uma instituição de caridade
Lady Gaga já conseguiu reunir milhões de dólares para instituições que apoiam os direitos dos gays ou para ajuda a vítimas de desastres naturais. Mesmo que você não tenha tanto dinheiro assim, separe uma parte dele para dar apoio a alguma causa local. Isso contribuirá muito para melhorar a sua imagem – e a da sua empresa.
7. Não faça pausas no trabalho
Desde 2008, quando suas músicas invadiram as rádios de todo o planeta, Lady Gaga não parou: lançou um single após o outro, ementou turnês com álbuns novos, lançou videoclipes cada vez mais ousados. Algumas pessoas dizem que tamanha exposição pode ser prejudicial – mas não é o que vem acontecendo com ela. Todo empreendedor precisa de um break para descansar e recarregar as baterias. Mas será que você está dedicando todo o tempo e energia que poderia para construir o seu sonho?
8. Assuma as suas falhas
Lady Gaga está longe de ser um modelo de beleza convencional: seu rosto, suas roupas, seu jeito de dançar podem incomodar ou chocar. Mas ela nunca deixou que isso fosse um obstáculo – pelo contrário, usou suas particularidades como armas para construir uma imagem única. As pessoas dizem que sua empresa é muito pequena, que atua em uma área inexpressiva, ou que não tem certas características comuns no mercado? Encare essas “falhas” como trunfos e use as diferenças para promover o seu negócio.
9. Conheça o seu público
Ano após ano, a cantora mostra que sabe exatamente do que os fãs gostam. Músicas para dançar na pista? Estão presentes em todos os discos. Figurinos cada vez mais alucinados? Pode ter certeza que seu show terá muitos. Baladas rasgadas onde ela explora sua veia mais romântica? Também estão garantidas. Lição básica: conheça bem o seu público e saiba o que precisa fazer para atender às suas necessidades.
10. Estimule a lealdade dos clientes
Lady Gaga criou um nome carinhoso para o público que a adora: são os “little monsters”, ou “monstrinhos”. Cada um deles é extremamente fiel à cantora, e defenderá suas atitudes (e suas músicas) até o fim. Eles fãs devotos também comprarão todo e qualquer produto que ela coloque no mercado. Talvez não seja o caso de criar um apelido tão fantasioso, mas que tal criar um nome, ou um slogan, que provoque identificação – e devoção – nos clientes?
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Demanda de empresas por crédito cai 17% em setembro
Demanda de empresas por crédito cai 17% em setembro:
O número de empresas que procuraram crédito em setembro caiu 17% na comparação com o mês anterior, informou a Serasa Experian, com base em pesquisa feita em 1,2 milhão de consultas. Houve queda também, de 15%, se o resultado for comparado com setembro do ano passado. No acumulado dos nove primeiros meses de 2012, a busca das empresas por crédito registrou variação negativa de 3% sobre o mesmo período de 2011.
De acordo com a Serasa Experian, a demanda foi afetada pelo menor número de dias úteis em setembro - 19 ante 23 em agosto. "Ajustada pela quantidade de dias úteis, a média diária da demanda das empresas por crédito em setembro foi 0,5% superior à de agosto, refletindo a trajetória de gradual recuperação da atividade econômica, tendência que deverá prevalecer ao longo dos próximos meses", informou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As micro e pequenas companhias foram as que mais diminuíram a procura por crédito em setembro, com um recuo de 17,9% ante agosto. Nas médias empresas houve queda de 2,5% e nas grandes o Indicador de Demanda das Empresas por Crédito registrou alta de 0,2% na mesma base de comparação. No acumulado do ano sobre o mesmo período de 2011, a procura apresenta diminuição de 3,9% no caso das micro e pequenas empresas, alta de 12,1% para médias e avanço de 15,2% para grandes companhias.
"O cenário internacional ainda com elevado grau de instabilidade, prejudicando captação de recursos externos ou via mercado de capitais, e a presença de subsídios creditícios oficiais - recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por exemplo - vêm incentivando a demanda das médias e das grandes empresas por crédito perante fontes domésticas de financiamento", afirma a Serasa Experian.
Na divisão por setor da economia, as empresas comerciais diminuíram em 14,6% a procura por crédito em setembro na comparação com agosto, as industriais reduziram 14,8% e as de serviços apresentaram baixa de 20,1%. No acumulado do ano, até setembro, esses setores apresentam baixas de, respectivamente, 4,6%, 3,1% e 1,2%.
De acordo com a Serasa Experian, a demanda foi afetada pelo menor número de dias úteis em setembro - 19 ante 23 em agosto. "Ajustada pela quantidade de dias úteis, a média diária da demanda das empresas por crédito em setembro foi 0,5% superior à de agosto, refletindo a trajetória de gradual recuperação da atividade econômica, tendência que deverá prevalecer ao longo dos próximos meses", informou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As micro e pequenas companhias foram as que mais diminuíram a procura por crédito em setembro, com um recuo de 17,9% ante agosto. Nas médias empresas houve queda de 2,5% e nas grandes o Indicador de Demanda das Empresas por Crédito registrou alta de 0,2% na mesma base de comparação. No acumulado do ano sobre o mesmo período de 2011, a procura apresenta diminuição de 3,9% no caso das micro e pequenas empresas, alta de 12,1% para médias e avanço de 15,2% para grandes companhias.
"O cenário internacional ainda com elevado grau de instabilidade, prejudicando captação de recursos externos ou via mercado de capitais, e a presença de subsídios creditícios oficiais - recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por exemplo - vêm incentivando a demanda das médias e das grandes empresas por crédito perante fontes domésticas de financiamento", afirma a Serasa Experian.
Na divisão por setor da economia, as empresas comerciais diminuíram em 14,6% a procura por crédito em setembro na comparação com agosto, as industriais reduziram 14,8% e as de serviços apresentaram baixa de 20,1%. No acumulado do ano, até setembro, esses setores apresentam baixas de, respectivamente, 4,6%, 3,1% e 1,2%.
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As 10 empresas mais cobiçadas do mundo
As 10 empresas mais cobiçadas do mundo:
O LinkedIn criou uma lista com as 100 empresas mais cobiçadas do mundo para se trabalhar. O ranking foi elaborado através da interação dos mais de 175 milhões de perfis do site. Confira as dez mais:
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Fonte: LinkedIn
- Ou seria os salários mais cobiçados do mundo?
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- Apple
- Microsoft
- Unilever
- GE
- Pepsico
- P&G
- McKinsey&Company
- Coca-Cola
Fonte: LinkedIn
- Ou seria os salários mais cobiçados do mundo?
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Liga Retrô expande-se por franquias com foco nas cidades-sede da Copa
Liga Retrô expande-se por franquias com foco nas cidades-sede da Copa:
A Liga Retrô busca a nostalgia para vender imitações de uniformes de futebol antigos. Que amante do esporte não quer ter a camisa do Pelé usada na seleção brasileira de 1970? Buscando resgatar a história dos clubes, os sócios Marcelo Roisman e Leonardo Klarnet inauguram, em 2006, um esquema de vendas online das peças. Hoje, aproveitando o embalo da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil, a dupla quer expandir a rede de lojas físicas pelo sistema de franquias. Dos nove estabelecimentos, cinco funcionam nesse formato.
As lojas concentram-se no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para expandir o alcance da empresa, será aberta em novembro uma unidade no Boulevard Shopping, em Belém (PA). Até março de 2013, a Liga Retrô também estará presente no Boulevard Lages Shopping, em Lages (SC). O objetivo é alcançar todas as 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014.
Um ano após a fundação da marca online, que exigiu investimento inicial de R$ 300 mil, os sócios decidiram estabelecer lojas físicas. “Em 2007, muitos ainda não confiavam em comprar pela internet. E o público sente falta de tocar no produto para certificar-se da qualidade da camiseta”, diz Roisman. A Liga Retrô estabeleceu-se primeiro em Ipanema, no Rio de Janeiro, por ser um bairro de classe alta. A dupla desembolsou mais R$ 500 mil. A loja, assim como as que a sucederam, segue o mesmo layout do site.
A opção por abrir o sistema de franquias veio da vontade de ampliar o alcance da Liga Retrô no país, tanto em capitais quanto em cidades interioranas. Os sócios procuram por pessoas que amem futebol e que tenham perfil empreendedor. “Possuir experiência prévia em negócios é um diferencial considerável, já que nossas lojas exigem acompanhamento diário”, afirma Roisman.
Os franqueados recebem treinamento da matriz – podem ir até o Rio de Janeiro, onde fica o escritório da marca, ou requisitar visita à sua cidade. É propiciado auxílio para contratação de vendedores, escolha do ponto de venda e negociação com os shoppings. Um formato que promete aumentar 40% da procura por franquias da Liga Retrô é o quiosque, por exigir um investimento inicial inferior ao de uma loja. Mensalmente, há visitas que inspecionam o andamento do estabelecimento.
Para abrir uma unidade, é necessário investimento de aproximadamente R$ 200 mil, com previsão de retorno de 24 meses. Para os quiosques, a tacada inicial é de R$ 93 mil, com estimativa de 12 meses para recuperar a quantia. A área necessária para montar uma loja é 30 m², e quiosques, 6 m².
Quanto custa ter uma franquia Liga Retrô
Fonte: Divulgação
A dupla de sócios da Liga Retrô: Marcelo Roisman (à esquerda) e Leonardo Klarnet (à direita).
As lojas concentram-se no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para expandir o alcance da empresa, será aberta em novembro uma unidade no Boulevard Shopping, em Belém (PA). Até março de 2013, a Liga Retrô também estará presente no Boulevard Lages Shopping, em Lages (SC). O objetivo é alcançar todas as 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014.
Um ano após a fundação da marca online, que exigiu investimento inicial de R$ 300 mil, os sócios decidiram estabelecer lojas físicas. “Em 2007, muitos ainda não confiavam em comprar pela internet. E o público sente falta de tocar no produto para certificar-se da qualidade da camiseta”, diz Roisman. A Liga Retrô estabeleceu-se primeiro em Ipanema, no Rio de Janeiro, por ser um bairro de classe alta. A dupla desembolsou mais R$ 500 mil. A loja, assim como as que a sucederam, segue o mesmo layout do site.
A opção por abrir o sistema de franquias veio da vontade de ampliar o alcance da Liga Retrô no país, tanto em capitais quanto em cidades interioranas. Os sócios procuram por pessoas que amem futebol e que tenham perfil empreendedor. “Possuir experiência prévia em negócios é um diferencial considerável, já que nossas lojas exigem acompanhamento diário”, afirma Roisman.
Os franqueados recebem treinamento da matriz – podem ir até o Rio de Janeiro, onde fica o escritório da marca, ou requisitar visita à sua cidade. É propiciado auxílio para contratação de vendedores, escolha do ponto de venda e negociação com os shoppings. Um formato que promete aumentar 40% da procura por franquias da Liga Retrô é o quiosque, por exigir um investimento inicial inferior ao de uma loja. Mensalmente, há visitas que inspecionam o andamento do estabelecimento.
Para abrir uma unidade, é necessário investimento de aproximadamente R$ 200 mil, com previsão de retorno de 24 meses. Para os quiosques, a tacada inicial é de R$ 93 mil, com estimativa de 12 meses para recuperar a quantia. A área necessária para montar uma loja é 30 m², e quiosques, 6 m².
Quanto custa ter uma franquia Liga Retrô
| Tipo de negócio | Loja de artigos esportivos |
| Data de fundação da empresa | 2006 |
| Investimento inicial | R$ 93 mil (quiosques) ou R$ 200 mil (lojas) |
| Taxa de Franquia | R$ 25 mil (quiosques) e R$ 30 mil (lojas) |
| Royalties | 6% do faturamento bruto |
| Capital de giro | R$ 20 mil |
| Taxa de publicidade | 2% sobre o faturamento bruto |
| Faturamento médio mensal | R$ 35 mil mensais (quiosques) e R$ 60 mil mensais (lojas) |
| Lucro líquido | variável; depende do ponto, aluguel cobrado, faturamento etc. |
| Prazo médio de retorno do investimento | 12 meses (quiosques) e 24 meses (lojas) |
| Prazo de contrato | 60 meses |
| Regiões de interesse | Brasil |
| Área mínima da unidade | 6 m2 (quiosques) e 30 m2 (lojas) |
| Funcionários | em torno de 4 (1 gerente e 3 vendedores) |
| franquias@ligaretro.com | |
| Site | www.ligaretro.com.br |
| Telefone | (21) 2267-0546 |
Fonte: Divulgação
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Fundadores do Zuppa lançam nova aceleradora em São Paulo
Fundadores do Zuppa lançam nova aceleradora em São Paulo:
Criada por Mike Ajnsztajn e Pedro Waengertner – fundadores do Zuppa, site de reservas de restaurantes comprado pelo Peixe Urbano em fevereiro –, a Aceleratech chegou ao mercado no início de outubro, engrossando o caldo das aceleradoras brasileiras. Sediado na ESPM, em São Paulo, o programa tem duração de 12 semanas, abordando módulos de mídias sociais, mobile marketing, modelo de negócios, execução de ideias e experiência do usuário. O investimento inicial nas startups, por sua vez, é de R$ 20 mil. Além do capital, a Aceleratech também oferece o tradicional pacote de mentoria, suporte jurídico-contábil e networking. Em entrevista ao site Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Ajnsztaj fala sobre o novo projeto e o cenário de aceleradoras nacional. As inscrições para o programa podem ser feitas no site da Aceleratech até o dia 15 de novembro.
Como surgiu a ideia da Aceleratech?
Depois da venda do Zuppa, comecei a investir em startups no Brasil. Eu já conhecia modelos de aceleradoras americanas sediadas dentro de universidades e resolvemos adaptar esse conceito para o mercado brasileiro. Apresentamos o projeto para ESPM, onde o Pedro é coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital. Foi uma convergência de oportunidades e valores. A fase de um negócio de que eu mais gosto é a inicial. Nesse sentido, abrir uma startup que lança outras startups me pareceu um conceito bastante atraente.
Qual é o diferencial do programa em relação às outras aceleradoras?
Temos uma proposta de mentoria especializada. Além de CEOs – que são os chamados mentores padrinhos –, nosso time de mentores é composto por especialistas em diversas áreas, do webdesign à estratégia de negócios. Nossos módulos contam com a presença de professores de pós-graduação da ESPM. Isso permite uma abordagem mais específica e pontual na hora de resolver os problemas do empreendedor.
Qual é o perfil de empreendedor que a Aceleratech está de olho?
Estamos focados no mercado digital, em áreas como e-commerce, aplicativos, softwares e games. Priorizamos equipes multidisciplinares. Pessoalmente, acredito que o time ideal seja composto por três perfis complementares: o técnico, o comercial e o visionário. Em casos que o empreendedor tem uma ideia muito boa na mão, mas não tem o time completo, podemos ajudar a fazer essas conexões.
Como foi definido o valor do share cedido pelas startups?
Vai de 10% a 20%, dependendo da fase de amadurecimento em que a startup se encontra.
O número de aceleradoras tem crescido rapidamente no Brasil. Alguns especialistas já falam sobre a formação de uma bolha. Afinal de contas, existe espaço para o boom das aceleradoras?
Ainda existe espaço para crescer. Alguns locais, como o Rio de Janeiro, vêm se revelando como um polo de aceleradoras. Mas, se observarmos o cenário em São Paulo, que é o maior mercado nacional, o número de iniciativas ainda é pequeno em relação às oportunidades existentes. Não acredito em uma bolha. Mas acho que em breve começaremos a ver algumas aceleradoras repensando seus modelos, especializando-se em nichos específicos ou convertendo-se em incubadoras.
Como surgiu a ideia da Aceleratech?
Depois da venda do Zuppa, comecei a investir em startups no Brasil. Eu já conhecia modelos de aceleradoras americanas sediadas dentro de universidades e resolvemos adaptar esse conceito para o mercado brasileiro. Apresentamos o projeto para ESPM, onde o Pedro é coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital. Foi uma convergência de oportunidades e valores. A fase de um negócio de que eu mais gosto é a inicial. Nesse sentido, abrir uma startup que lança outras startups me pareceu um conceito bastante atraente.
Qual é o diferencial do programa em relação às outras aceleradoras?
Temos uma proposta de mentoria especializada. Além de CEOs – que são os chamados mentores padrinhos –, nosso time de mentores é composto por especialistas em diversas áreas, do webdesign à estratégia de negócios. Nossos módulos contam com a presença de professores de pós-graduação da ESPM. Isso permite uma abordagem mais específica e pontual na hora de resolver os problemas do empreendedor.
Qual é o perfil de empreendedor que a Aceleratech está de olho?
Estamos focados no mercado digital, em áreas como e-commerce, aplicativos, softwares e games. Priorizamos equipes multidisciplinares. Pessoalmente, acredito que o time ideal seja composto por três perfis complementares: o técnico, o comercial e o visionário. Em casos que o empreendedor tem uma ideia muito boa na mão, mas não tem o time completo, podemos ajudar a fazer essas conexões.
Como foi definido o valor do share cedido pelas startups?
Vai de 10% a 20%, dependendo da fase de amadurecimento em que a startup se encontra.
O número de aceleradoras tem crescido rapidamente no Brasil. Alguns especialistas já falam sobre a formação de uma bolha. Afinal de contas, existe espaço para o boom das aceleradoras?
Ainda existe espaço para crescer. Alguns locais, como o Rio de Janeiro, vêm se revelando como um polo de aceleradoras. Mas, se observarmos o cenário em São Paulo, que é o maior mercado nacional, o número de iniciativas ainda é pequeno em relação às oportunidades existentes. Não acredito em uma bolha. Mas acho que em breve começaremos a ver algumas aceleradoras repensando seus modelos, especializando-se em nichos específicos ou convertendo-se em incubadoras.
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Serasa faz segundo feirão para renegociar dívida
Serasa faz segundo feirão para renegociar dívida:
Pela segunda vez no ano, a Serasa Experian promove uma maratona para ajudar os endividados a tirar o CPF da lista de devedores. O Feirão Limpa Nome começou nesta quarta-feira (17) e vai até sábado (20) no Expo Center Norte, em São Paulo. Em julho, na primeira edição, 40 mil clientes participaram do feirão e 30% de todas as dívidas foram renegociadas. O site do feirão aponta 8 mil negociações bem-sucedidas.
"É muito importante essa questão de criar uma aproximação do credor com o consumidor, poder sentar numa mesa e discutir condições efetivas para fazer com que as parcelas renegociadas caibam no bolso do consumidor", diz Vander Nagata, superintendente de informações sobre consumidores da Serasa Experian.
Entre as empresas participantes desta edição, estão Caixa Econômica Federal, Panamericano, HSBC/Losango, Banco Santander e Eletropaulo. "O que a gente percebe na maioria dos casos é o descontrole com as contas", diz Nagata. "A pessoa contrai várias dívidas ao mesmo tempo e, por falta de uma visualização sobre o quando é devido por esse consumidor, os credores acabam concedendo mais crédito."
A expectativa da Serasa é que a quantidade de renegociação nesse segundo feirão seja maior do que no primeiro, impulsionado, sobretudo pelo 13.º salário. "O consumidor ainda vai receber o 13.º salário, e os credores vão levar isso em conta na hora de fazer a renegociação", diz Nagata.
Nessa segunda edição do feirão, somente a Caixa está com 30 postos de atendimentos - no primeiro feirão, com 15 postos, foram atendidas 3.800 pessoas.
"No primeiro feirão, nós tivemos 90% de acordos firmados. Desses acordos firmados, 70% estão sendo efetivados. Ou seja, as pessoas estão fazendo os pagamentos que foram negociados", afirma Neiva Macimo, gerente de recuperação de recuperação de crédito da unidade de São Paulo.
A Caixa planeja renegociar contratos da carteira comercial em geral; crédito consignado, crédito pessoal, cheque especial e capital de giro. Também serão negociadas dívidas do Construcard - cartão utilizado para a compra de material de construção - e débitos do crédito imobiliário.
A empresa faz a ressalva de que faturas de cartão de crédito deverão ter pagamentos em atraso há mais de 60 dias e dívida superior a R$ 10 mil e que não renegociará financiamento estudantil.
"É muito importante essa questão de criar uma aproximação do credor com o consumidor, poder sentar numa mesa e discutir condições efetivas para fazer com que as parcelas renegociadas caibam no bolso do consumidor", diz Vander Nagata, superintendente de informações sobre consumidores da Serasa Experian.
Entre as empresas participantes desta edição, estão Caixa Econômica Federal, Panamericano, HSBC/Losango, Banco Santander e Eletropaulo. "O que a gente percebe na maioria dos casos é o descontrole com as contas", diz Nagata. "A pessoa contrai várias dívidas ao mesmo tempo e, por falta de uma visualização sobre o quando é devido por esse consumidor, os credores acabam concedendo mais crédito."
A expectativa da Serasa é que a quantidade de renegociação nesse segundo feirão seja maior do que no primeiro, impulsionado, sobretudo pelo 13.º salário. "O consumidor ainda vai receber o 13.º salário, e os credores vão levar isso em conta na hora de fazer a renegociação", diz Nagata.
Nessa segunda edição do feirão, somente a Caixa está com 30 postos de atendimentos - no primeiro feirão, com 15 postos, foram atendidas 3.800 pessoas.
"No primeiro feirão, nós tivemos 90% de acordos firmados. Desses acordos firmados, 70% estão sendo efetivados. Ou seja, as pessoas estão fazendo os pagamentos que foram negociados", afirma Neiva Macimo, gerente de recuperação de recuperação de crédito da unidade de São Paulo.
A Caixa planeja renegociar contratos da carteira comercial em geral; crédito consignado, crédito pessoal, cheque especial e capital de giro. Também serão negociadas dívidas do Construcard - cartão utilizado para a compra de material de construção - e débitos do crédito imobiliário.
A empresa faz a ressalva de que faturas de cartão de crédito deverão ter pagamentos em atraso há mais de 60 dias e dívida superior a R$ 10 mil e que não renegociará financiamento estudantil.
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Ata do Copom comenta votos sobre manutenção da Selic
Ata do Copom comenta votos sobre manutenção da Selic:
Pela primeira vez, a ata do Copom, divulgada nesta quinta-feira pelo Banco Central, explicitou a percepção dos diretores dissidentes que votaram pela manutenção da taxa básica de juros em 7,50% na semana passada. A maioria do colegiado, porém, votou por um corte de 0,25 ponto porcentual, para 7,25% ao ano.
Em apenas um parágrafo, o BC resumiu que na avaliação dos diretores Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo e Sidnei Corrêa Marques, grupo que foi contrário à redução da Selic, a recuperação da atividade tende a ser sustentada pelos impulsos monetários, fiscais e creditícios já introduzidos na economia.
Para esse grupo, eventualmente, pressões de demanda e de custos poderão incidir sobre a inflação. Na visão desses três membros do Comitê, o cenário prospectivo para a inflação não recomendava um ajuste adicional nas condições monetárias.
Em apenas um parágrafo, o BC resumiu que na avaliação dos diretores Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo e Sidnei Corrêa Marques, grupo que foi contrário à redução da Selic, a recuperação da atividade tende a ser sustentada pelos impulsos monetários, fiscais e creditícios já introduzidos na economia.
Para esse grupo, eventualmente, pressões de demanda e de custos poderão incidir sobre a inflação. Na visão desses três membros do Comitê, o cenário prospectivo para a inflação não recomendava um ajuste adicional nas condições monetárias.
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Indústria dá sinais claros recuperação
Indústria dá sinais claros recuperação:
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, disse que a indústria nacional já dá sinais "claríssimos" de recuperação. Ele atribuiu esse fato às medidas adotadas de forma persistente pelo governo brasileiro, em meio às dificuldades causadas pela crise internacional. "As medidas tomadas persistentemente pelo governo federal, sob a liderança da presidente Dilma, começam a surtir efeito", afirmou.
O ministro disse que o País deve encerrar o último trimestre do ano com uma taxa de crescimento mais elevada que, se projetada para os próximos 12 meses, deve apontar algo como 4% ou mais. "O Brasil vai crescer no ano que vem mais do que a média mundial, com inflação sob controle."
IPI
Pimentel disse ainda que a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para veículos é uma decisão do Ministério da Fazenda, que ainda não definiu se vai prorrogar o benefício ou não, para além do prazo de 31 de outubro. "A indústria reagiu bem. Tivemos um crescimento significativo em agosto, vamos ter também em setembro. Os dados ainda não estão fechados, mas vamos ter também, então, não sei se (o IPI reduzido) vai ser mantido ou não. Nesse momento, o Ministério da Fazenda está estudando e logo devemos ter notícias sobre isso."
BMW
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, informou que a BMW deve anunciar em breve investimentos no País, com a construção de uma fábrica na região Sul. "Será a primeira fábrica da BMW fora da Europa", conta.
Pimentel disse que o anúncio deve ser feito na semana que vem pelo presidente mundial da BMW, que provavelmente será recebido pela presidente Dilma Rousseff. "Isso está confirmado, estamos apenas nas tratativas dessa visita".
Segundo o ministro, a BMW acaba de protocolar um pedido para aderir ao novo regime automotivo. "A habilitação deve ser rápida". O ministro disse que a primeira empresa habilitada no novo regime automotivo será a Nissan. "Hoje estamos habilitando a Nissan, que entrou com protocolo primeiro, e já temos 10 ou 12 protocolos de pedidos que, ao longo da próxima semana, vamos analisar e habilitar."
O ministro disse que o País deve encerrar o último trimestre do ano com uma taxa de crescimento mais elevada que, se projetada para os próximos 12 meses, deve apontar algo como 4% ou mais. "O Brasil vai crescer no ano que vem mais do que a média mundial, com inflação sob controle."
IPI
Pimentel disse ainda que a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para veículos é uma decisão do Ministério da Fazenda, que ainda não definiu se vai prorrogar o benefício ou não, para além do prazo de 31 de outubro. "A indústria reagiu bem. Tivemos um crescimento significativo em agosto, vamos ter também em setembro. Os dados ainda não estão fechados, mas vamos ter também, então, não sei se (o IPI reduzido) vai ser mantido ou não. Nesse momento, o Ministério da Fazenda está estudando e logo devemos ter notícias sobre isso."
BMW
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, informou que a BMW deve anunciar em breve investimentos no País, com a construção de uma fábrica na região Sul. "Será a primeira fábrica da BMW fora da Europa", conta.
Pimentel disse que o anúncio deve ser feito na semana que vem pelo presidente mundial da BMW, que provavelmente será recebido pela presidente Dilma Rousseff. "Isso está confirmado, estamos apenas nas tratativas dessa visita".
Segundo o ministro, a BMW acaba de protocolar um pedido para aderir ao novo regime automotivo. "A habilitação deve ser rápida". O ministro disse que a primeira empresa habilitada no novo regime automotivo será a Nissan. "Hoje estamos habilitando a Nissan, que entrou com protocolo primeiro, e já temos 10 ou 12 protocolos de pedidos que, ao longo da próxima semana, vamos analisar e habilitar."
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Fitch prevê crescimento de 4,2% do Brasil em 2013
Fitch prevê crescimento de 4,2% do Brasil em 2013:
A diretora sênior de ratings soberanos para América Latina da Fitch, Shelly Shetty, prevê que a economia brasileira irá crescer 4,2% em 2013, mas que, com crescimento nesse nível, o Banco Central terá de agir e calibrar sua política monetária com cuidado. "Achamos que reformas estruturais são necessárias para aumentar a produtividade e dar flexibilidade para o BC manter as taxas de juro em patamares reduzidos por período mais longo", disse nesta quinta-feira.
Shelly afirmou que o setor industrial brasileiro sofre com a baixa demanda e que investimento "que era o motor do crescimento do PIB (do País) está em retração". Na avaliação dela, o crescimento sustentado pelo mercado doméstico também está em retração e o nível de emprego, ainda aquecido, "explica por que o crescimento do PIB brasileiro ainda se sustenta".
Ela disse ainda que a política de redução agressiva em juro pelo Banco Central deve ter resultado "meses à frente" e a correção do câmbio deve ajudar a economia. "Mas, para sustentar o crescimento, o Brasil deve fazer lição de casa", afirmou. "O Brasil não poupa o suficiente e isso atrapalha crescimento", completou.
A diretora cobrou reformas macroeconômicas, principalmente na questão tributária, bem como nas já anunciadas ações para a infraestrutura e no preço da eletricidade. "Os anúncios foram na direção certa, mas os efeitos dessas coisas vão levar tempo. São reformas estruturais que o Brasil tem de vencer", afirmou.
Riscos
Para Shelly, os maiores riscos do Brasil são a queda na demanda externa, com a crise europeia e a redução na demanda da Argentina. "A Argentina não vai voltar às taxas de crescimento devido à maior intervenção da economia." Outro fator de risco é a volatilidade internacional, na avaliação da diretora da Fitch. "O Brasil sente com a aversão ao risco, isso é mostrado pela correlação alta entre Bovespa e SP500 e pela volatilidade da taxa de câmbio".
Segundo ela, outro problema para o Brasil é a dependência do País para o mercado chinês, apesar de a agência de classificação de risco avaliar que o país oriental não vá ter um pouso forçado na economia. "A China vai encontrar novo patamar de crescimento, mas não entre 9% e 10%". Shetty alertou ainda que o crescimento de crédito no Brasil precisa ser monitorado, "porque Brasil não teve choque de desemprego, que pode acontecer e gerar pressão nas carteiras dos bancos".
A diretora avalia que a inflação no Brasil precisa seguir baixa, o que garante a estabilidade macroeconômica no País e ações de protecionismo interno devem ser tomadas com cuidado, para não prejudicar a competitividade externa do País.
Segurança
Ainda segundo Shelly, o Brasil tem colchões de liquidez para aguentar problemas externos, principalmente as reservas "altíssimas" de US$ 370 bilhões, que dão "poder de fogo ao Banco Central para lidar com problemas externos". Para ela, o Brasil tem balanço externo forte, tem melhorado o mix de composição de sua dívida, bem como o governo age corretamente para melhorar o perfil da dessa dívida.
China
O diretor sênior de soberanos da Ásia da Fitch, Andrew Colquhoun, ratificou que a agência de classificação de risco não espera um pouso forçado da China em 2012 e que, apesar da preocupação elevada dos investidores, o país asiático terá um crescimento do PIB em torno de 8% este ano. "A desaceleração da China era esperada, em dezembro tínhamos previsão de 8,2%, revisamos para 7,8% e talvez fique em torno de 8% em 2012", disse Colquhoun, durante o seminário da Fitch, em São Paulo.
Na avaliação dele, a desaceleração da China é cíclica e reflexo da política de autoridades locais de reduzir a inflação, por meio da limitação do crédito, após o forte crescimento de 2010. "Em 2010 houve estímulo forte, talvez exagerado, e de lá para cá pisaram no freio. Isso funcionou, com a inflação caindo para em torno de 2%, e o mercado de imóveis se recuperou, com crescimento de preços mais modestos que em 2010", disse Colquhoun.
Para o executivo, é possível que haja uma maior flexibilidade na China entre este ano e 2013, mas o país não deve adotar um estímulo tão forte como o de 2009. Um temor de Colquhoun é o rápido crescimento do financiamento e do sistema bancários da China, que pode ser um fator que impactaria no rating do País. "O financiamento bancário cresceu 32% em 2009 e 30% em 2010, e de 2008 a 2014 o sistema bancário chinês deve crescer equivalente ao sistema bancário americano inteiro", concluiu.
Shelly afirmou que o setor industrial brasileiro sofre com a baixa demanda e que investimento "que era o motor do crescimento do PIB (do País) está em retração". Na avaliação dela, o crescimento sustentado pelo mercado doméstico também está em retração e o nível de emprego, ainda aquecido, "explica por que o crescimento do PIB brasileiro ainda se sustenta".
Ela disse ainda que a política de redução agressiva em juro pelo Banco Central deve ter resultado "meses à frente" e a correção do câmbio deve ajudar a economia. "Mas, para sustentar o crescimento, o Brasil deve fazer lição de casa", afirmou. "O Brasil não poupa o suficiente e isso atrapalha crescimento", completou.
A diretora cobrou reformas macroeconômicas, principalmente na questão tributária, bem como nas já anunciadas ações para a infraestrutura e no preço da eletricidade. "Os anúncios foram na direção certa, mas os efeitos dessas coisas vão levar tempo. São reformas estruturais que o Brasil tem de vencer", afirmou.
Riscos
Para Shelly, os maiores riscos do Brasil são a queda na demanda externa, com a crise europeia e a redução na demanda da Argentina. "A Argentina não vai voltar às taxas de crescimento devido à maior intervenção da economia." Outro fator de risco é a volatilidade internacional, na avaliação da diretora da Fitch. "O Brasil sente com a aversão ao risco, isso é mostrado pela correlação alta entre Bovespa e SP500 e pela volatilidade da taxa de câmbio".
Segundo ela, outro problema para o Brasil é a dependência do País para o mercado chinês, apesar de a agência de classificação de risco avaliar que o país oriental não vá ter um pouso forçado na economia. "A China vai encontrar novo patamar de crescimento, mas não entre 9% e 10%". Shetty alertou ainda que o crescimento de crédito no Brasil precisa ser monitorado, "porque Brasil não teve choque de desemprego, que pode acontecer e gerar pressão nas carteiras dos bancos".
A diretora avalia que a inflação no Brasil precisa seguir baixa, o que garante a estabilidade macroeconômica no País e ações de protecionismo interno devem ser tomadas com cuidado, para não prejudicar a competitividade externa do País.
Segurança
Ainda segundo Shelly, o Brasil tem colchões de liquidez para aguentar problemas externos, principalmente as reservas "altíssimas" de US$ 370 bilhões, que dão "poder de fogo ao Banco Central para lidar com problemas externos". Para ela, o Brasil tem balanço externo forte, tem melhorado o mix de composição de sua dívida, bem como o governo age corretamente para melhorar o perfil da dessa dívida.
China
O diretor sênior de soberanos da Ásia da Fitch, Andrew Colquhoun, ratificou que a agência de classificação de risco não espera um pouso forçado da China em 2012 e que, apesar da preocupação elevada dos investidores, o país asiático terá um crescimento do PIB em torno de 8% este ano. "A desaceleração da China era esperada, em dezembro tínhamos previsão de 8,2%, revisamos para 7,8% e talvez fique em torno de 8% em 2012", disse Colquhoun, durante o seminário da Fitch, em São Paulo.
Na avaliação dele, a desaceleração da China é cíclica e reflexo da política de autoridades locais de reduzir a inflação, por meio da limitação do crédito, após o forte crescimento de 2010. "Em 2010 houve estímulo forte, talvez exagerado, e de lá para cá pisaram no freio. Isso funcionou, com a inflação caindo para em torno de 2%, e o mercado de imóveis se recuperou, com crescimento de preços mais modestos que em 2010", disse Colquhoun.
Para o executivo, é possível que haja uma maior flexibilidade na China entre este ano e 2013, mas o país não deve adotar um estímulo tão forte como o de 2009. Um temor de Colquhoun é o rápido crescimento do financiamento e do sistema bancários da China, que pode ser um fator que impactaria no rating do País. "O financiamento bancário cresceu 32% em 2009 e 30% em 2010, e de 2008 a 2014 o sistema bancário chinês deve crescer equivalente ao sistema bancário americano inteiro", concluiu.
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Copom vê condições melhores para o crédito no 4º tri
Copom vê condições melhores para o crédito no 4º tri:
A ata do Copom, divulgada pelo Banco Central nesta quinta-feira, salientou que as condições para o mercado de crédito estarão mais flexíveis ao longo do quarto trimestre deste ano do que nos três meses anteriores. A avaliação foi feita com base nos Indicadores de Condições de Crédito construídos pelo Banco Central após consulta trimestral com instituições de cada segmento desse mercado.
Essa flexibilidade, de acordo com o documento, é mais perceptível especialmente em relação ao crédito às pessoas jurídicas (grandes empresas e micro, pequenas e médias empresas). "A análise sugere cenário moderadamente mais flexível, em relação ao trimestre anterior, no que se refere à aprovação de novas linhas de crédito", pontuou o documento.
Em relação ao crédito voltado ao consumo, a expectativa para o quarto trimestre indica leve recuperação no porcentual de aprovação de crédito. Para o crédito habitacional, apesar da demanda em níveis superiores aos observados de julho a setembro de 2012, a expectativa de aprovação de novas linhas tende a ser similar à verificada no trimestre anterior, conforme o Banco Central.
Trabalho
O Copom enfatizou que os dados disponíveis indicam que, embora o mercado de trabalho continue robusto, há sinais de moderação na margem. O documento cita dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "Os setores que mais contribuíram para esse aumento no número de empregos formais no mês, em termos absolutos, foram o setor de serviços e o de comércio", pontuou o texto.
Sobre os estoques, o Comitê salientou que a proporção de empresas que reportaram estoques em níveis normais aumentou desde a última reunião do Copom. Neste trecho da ata, são citados indicadores da FGV, como o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de transformação e o Índice de Confiança da Indústria, que segue em recuperação gradual e atingiu o maior valor desde julho de 2011 na série dessazonalizada, em razão, principalmente, de melhoras no indicador de expectativas.
Essa flexibilidade, de acordo com o documento, é mais perceptível especialmente em relação ao crédito às pessoas jurídicas (grandes empresas e micro, pequenas e médias empresas). "A análise sugere cenário moderadamente mais flexível, em relação ao trimestre anterior, no que se refere à aprovação de novas linhas de crédito", pontuou o documento.
Em relação ao crédito voltado ao consumo, a expectativa para o quarto trimestre indica leve recuperação no porcentual de aprovação de crédito. Para o crédito habitacional, apesar da demanda em níveis superiores aos observados de julho a setembro de 2012, a expectativa de aprovação de novas linhas tende a ser similar à verificada no trimestre anterior, conforme o Banco Central.
Trabalho
O Copom enfatizou que os dados disponíveis indicam que, embora o mercado de trabalho continue robusto, há sinais de moderação na margem. O documento cita dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "Os setores que mais contribuíram para esse aumento no número de empregos formais no mês, em termos absolutos, foram o setor de serviços e o de comércio", pontuou o texto.
Sobre os estoques, o Comitê salientou que a proporção de empresas que reportaram estoques em níveis normais aumentou desde a última reunião do Copom. Neste trecho da ata, são citados indicadores da FGV, como o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de transformação e o Índice de Confiança da Indústria, que segue em recuperação gradual e atingiu o maior valor desde julho de 2011 na série dessazonalizada, em razão, principalmente, de melhoras no indicador de expectativas.
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Governo quer vendas externas competitivas
Governo quer vendas externas competitivas:
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta quinta-feira que o governo persegue uma meta de manter o real em uma taxa que assegure um mínimo de competitividade para as exportações. "Acredito que isso está sendo alcançado, com o dólar nessa faixa de R$ 2,00. Pode não ser o melhor dos mundos, mas também não é o pior. Acho que estamos conduzindo bem", afirmou.
Pimentel disse que a política monetária dos Estados Unidos e da Europa "continua preocupando muito". "É aquilo que a presidente uma vez chamou de tsunami monetário, que é despejado nos mercados financeiros do mundo inteiro, transborda para além das economias europeia e norte-americana e vem para os países emergentes", afirmou. Segundo o ministro, isso cria uma "competitividade espúria", baseada em uma desvalorização artificial do dólar. "Isso tem causado dificuldades para nós e outros países emergentes, pois é um desequilibrador do comércio internacional."
Pimentel disse que a política monetária dos Estados Unidos e da Europa "continua preocupando muito". "É aquilo que a presidente uma vez chamou de tsunami monetário, que é despejado nos mercados financeiros do mundo inteiro, transborda para além das economias europeia e norte-americana e vem para os países emergentes", afirmou. Segundo o ministro, isso cria uma "competitividade espúria", baseada em uma desvalorização artificial do dólar. "Isso tem causado dificuldades para nós e outros países emergentes, pois é um desequilibrador do comércio internacional."
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Encontro orienta a melhoria na gestão dos negócios
Encontro orienta a melhoria na gestão dos negócios:
Estão abertas as inscrições para o Encontro do Empreendedor Individual, em Juiz de Fora (MG). O evento é gratuito e acontece nos dias 24 e 25 de outubro.
Na abertura do evento (24) será realizada a palestra Obrigações acessórias para empreendedores individuais. Os participantes poderão se informar sobre entrega da Declaração Anual Simplificada (Dasmei), a elaboração do relatório mensal de vendas, a emissão de notas fiscais para clientes de pessoa jurídica e o arquivamento das notas fiscais de compras.
No dia 25, os empreendedores terão a oportunidade para tirar dúvidas sobre controle de gastos, melhora nas vendas e obrigações e vantagens em ser um microempreendedor individual.
O encontro é promovido pelo Sebrae em Minas Gerais. Até o fim do ano estão programadas palestras gratuitas em Cataguases (25), Ponte Nova (6), Ubá (7 e 8/11), Barbacena (22/11) e Muriaé (3/12). As inscrições podem ser feitas pelo telefone (32) 3257-4708 e (32) 3257-4712.
Microeempreendedores Individuais são empresários sem sócios, optantes pelo Simples Nacional e com receita bruta anual de até R$ 60 mil. Entre as vantagens da formalização estão o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), direito à cobertura previdenciária e acesso a financiamentos diferenciados. Mais informações no www.portaldoempreendedor.gov.br.
Serviço:
Encontro de Empreendedores Individuais em Juiz de Fora
24 (às 19h) e 25 de outubro (das 9h às 22h)
Centro industrial - Avenida Rio Branco, 2337 - 13º andar
Juiz de Fora/MG
Inscrições gratuitas: (32) 3257-4708 / (32) 3257-4712
Assessoria de Imprensa do Sebrae-MG
(31) 3379-9275 / 9276
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Na abertura do evento (24) será realizada a palestra Obrigações acessórias para empreendedores individuais. Os participantes poderão se informar sobre entrega da Declaração Anual Simplificada (Dasmei), a elaboração do relatório mensal de vendas, a emissão de notas fiscais para clientes de pessoa jurídica e o arquivamento das notas fiscais de compras.
No dia 25, os empreendedores terão a oportunidade para tirar dúvidas sobre controle de gastos, melhora nas vendas e obrigações e vantagens em ser um microempreendedor individual.
O encontro é promovido pelo Sebrae em Minas Gerais. Até o fim do ano estão programadas palestras gratuitas em Cataguases (25), Ponte Nova (6), Ubá (7 e 8/11), Barbacena (22/11) e Muriaé (3/12). As inscrições podem ser feitas pelo telefone (32) 3257-4708 e (32) 3257-4712.
Microeempreendedores Individuais são empresários sem sócios, optantes pelo Simples Nacional e com receita bruta anual de até R$ 60 mil. Entre as vantagens da formalização estão o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), direito à cobertura previdenciária e acesso a financiamentos diferenciados. Mais informações no www.portaldoempreendedor.gov.br.
Serviço:
Encontro de Empreendedores Individuais em Juiz de Fora
24 (às 19h) e 25 de outubro (das 9h às 22h)
Centro industrial - Avenida Rio Branco, 2337 - 13º andar
Juiz de Fora/MG
Inscrições gratuitas: (32) 3257-4708 / (32) 3257-4712
Assessoria de Imprensa do Sebrae-MG
(31) 3379-9275 / 9276
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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Inadimplência do consumidor deve aumentar 3% em 2012
Inadimplência do consumidor deve aumentar 3% em 2012:
O número de registro de inadimplentes no terceiro trimestre deste ano apresentou recuo de 1,7% na comparação com mesmo período de 2011, informou a Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Esta foi a primeira queda do indicador neste ano considerando as comparações trimestrais entre 2011 e 2012. Com os últimos resultados apurados, a expectativa da entidade é que a inadimplência apresente crescimento de 3% em 2012 na comparação com o ano passado, resultado bem abaixo da alta registrada na comparação entre 2010 e 2011 (22,9%).
"No ano passado tivemos um crescimento grande da inadimplência. Em 2012 começamos com crescimento, mas acabou havendo uma desaceleração", afirmou o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado, durante coletiva de imprensa online realizada nesta quinta-feira.
Em 2011, a taxa de crescimento de novos registros de devedores (22,9%) também foi mais elevada que o observado no indicador de recuperação de crédito - que reúne os consumidores que deixaram o cadastro de inadimplência -, que ficou em 13,5%. Em 2012, porém, os novos registros passaram a crescer a taxas inferiores ao do indicador de recuperação de crédito. No acumulado de janeiro a setembro, o total de novos registros aumentou 5,4% e o de recuperação cresceu 14,2%. A Boa Vista prevê que a taxa de crescimento da recuperação do crédito fique em 8,5% neste ano.
"Esperamos que 2012 seja um ano muito mais efetivo no processo de recuperação de crédito. O consumidor se mostra mais preparado", afirmou Dourado. Segundo ele, o nível de endividamento das famílias no País, de 44% conforme os últimos dados do Banco Central, "não é o problema". "O Brasil não tem uma bolha de consumo nem de crédito, e os parâmetros como inadimplência, concessão de crédito e endividamento das famílias estão em equilíbrio", disse.
Veículos
Sobre o financiamento de veículos, modalidade onde foi observado um grande crescimento de maus pagadores desde 2009, o economista da Boa Vista, Flávio Calife, disse que os dados mostram que já há recuo na taxa de inadimplência. Segundo ele, o indicador chegou a 6,1% em meados deste ano e atualmente está em 5,9%. Ele prevê novas quedas até o fim do ano, para um patamar de 5,5% ao término de 2012.
"No ano passado tivemos um crescimento grande da inadimplência. Em 2012 começamos com crescimento, mas acabou havendo uma desaceleração", afirmou o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado, durante coletiva de imprensa online realizada nesta quinta-feira.
Em 2011, a taxa de crescimento de novos registros de devedores (22,9%) também foi mais elevada que o observado no indicador de recuperação de crédito - que reúne os consumidores que deixaram o cadastro de inadimplência -, que ficou em 13,5%. Em 2012, porém, os novos registros passaram a crescer a taxas inferiores ao do indicador de recuperação de crédito. No acumulado de janeiro a setembro, o total de novos registros aumentou 5,4% e o de recuperação cresceu 14,2%. A Boa Vista prevê que a taxa de crescimento da recuperação do crédito fique em 8,5% neste ano.
"Esperamos que 2012 seja um ano muito mais efetivo no processo de recuperação de crédito. O consumidor se mostra mais preparado", afirmou Dourado. Segundo ele, o nível de endividamento das famílias no País, de 44% conforme os últimos dados do Banco Central, "não é o problema". "O Brasil não tem uma bolha de consumo nem de crédito, e os parâmetros como inadimplência, concessão de crédito e endividamento das famílias estão em equilíbrio", disse.
Veículos
Sobre o financiamento de veículos, modalidade onde foi observado um grande crescimento de maus pagadores desde 2009, o economista da Boa Vista, Flávio Calife, disse que os dados mostram que já há recuo na taxa de inadimplência. Segundo ele, o indicador chegou a 6,1% em meados deste ano e atualmente está em 5,9%. Ele prevê novas quedas até o fim do ano, para um patamar de 5,5% ao término de 2012.
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Relvas: Não há espaço para «ânimos fracos» ou «profissionais de desistência»
Relvas: Não há espaço para «ânimos fracos» ou «profissionais de desistência»: No final da interpelação feita pelo PCP, esta tarde, no Parlamento, o ministro Miguel Relvas deixou um recado: não há espaço para «ânimos fracos, estados de alma» ou «profissionais da desistência».





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Esco busca soluções ambientais na “prateleira do mundo”
Esco busca soluções ambientais na “prateleira do mundo”:

Empresa oferece proposta inovadora em que o pagamento do cliente é baseado na redução de custos

Empresa oferece proposta inovadora em que o pagamento do cliente é baseado na redução de custos
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Procon fecha o cerco à publicidade infantil
Procon fecha o cerco à publicidade infantil:
Orgão multou quase 20 empresas e defende uma legislação específica. Setor publicitário diz que já regula excessos; anunciantes reclamam de rigor e recorrem na Justiça das punições.
Enquanto Congresso, ONGs e publicitários debatem se é preciso criar lei mais rígidas para a publicidade infantil, a Fundação Procon-SP partiu para a ação.
Com base na interpretação do Código de Defesa do Consumidor, o Procon aplicou, nos últimos cinco anos, 18 multas relativas a abusos da publicidade infantil. Somadas, as multas passam de R$ 12 milhões.
Algumas empresas foram multadas por estimular com brindes colecionáveis o consumo de alimentos considerados não saudáveis (Habib's e McDonald's), ou por promover inserção precoce no mundo adulto (Barbie/Mattel).
Outras foram multadas por misturar fantasia e realidade, dando vida a brinquedos inanimados (Roma Brinquedos).
Do total de multas aplicadas, nove já saíram da esfera administrativa. Dessas, sete estão sendo contestadas na Justiça, uma foi paga e outra está em fase de execução.
Como o processo nas esferas administrativa e judicial pode durar anos, o Procon também começa a adotar medidas de impacto imediato.
Em julho, pela primeira vez, o órgão solicitou a retirada do ar de uma propaganda -como faz o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). Foi uma propaganda do Parque da Xuxa que exibia imagens de crianças em situação de perigo doméstico.
Frequentemente criticado por defensores de regras mais rígidas para a publicidade infantil, o Conar diz que já moveu 298 processos relativos à publicidade infantil desde 2006, sendo que 189 resultaram em punição.
Diz que também solicitou a retirada do ar da propaganda do Parque da Xuxa.
Luiz Lara, presidente da Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), vê uma coincidência entre as campanhas multadas pelo Procon e aquelas julgadas pelo Conar.
"Isso só reforça o que sempre defendemos, que o arcabouço jurídico existente é suficiente para dar conta da questão da publicidade infantil", diz Lara.
CÓDIGO DO CONSUMIDOR
Já o Procon se apoia no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e no Estatuto da Criança em suas ações.
"Fazemos uma discussão muito pesada na esfera administrativa. Com isso temos conseguido, de modo geral, garantir quase 90% de sucesso no Judiciário", diz o assessor chefe do Procon-SP, Renan Ferraciolli, que defende a criação de lei específica para a publicidade infantil.
"O CDC é muito aberto e dá margem para interpretações dos dois lados. Uma lei específica fecharia a questão."
A atitude do Procon é aplaudida por entidades como o Instituto Alana, que defende a regulamentação da publicidade infantil.
"A gente percebe que houve um amadurecimento no posicionamento do órgão", diz Isabella Henriques, coordenadora do Alana.
Já alguns anunciantes, como a Dunga Biscoitos, veem certo exagero na postura do Procon.
"Toda propaganda é feita com intuito de divulgar o produto e fazer com que o consumidor tenha o desejo pela compra. Se essa não fosse a ideia, não haveria razão para investir em propaganda", diz o diretor Egberto P. Junior. (Mariana Barbosa)
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Proposta permite maiores indenizações a consumidores
Proposta permite maiores indenizações a consumidores:
A Câmara analisa proposta que amplia os casos de indenização previstos no Código Civil (Lei 10.406/02). Pelo projeto, o juiz, ao determinar o valor da indenização, deverá medir a extensão do dano em todos os seus aspectos, sejam eles morais, materiais, estéticos ou sociais. A medida está prevista no Projeto de Lei 3880/12, do deputado Domingos Neto (PSB-CE).
Neto explica que a ideia é resgatar a natureza punitiva e pedagógica da indenização e, assim, melhorar os serviços oferecidos aos consumidores. Isso porque, segundo ele, as baixas indenizações estabelecidas em juízo hoje em dia desestimulam investimentos em melhoria de qualidade. “As empresas, em vez de melhorarem o atendimento perante os clientes, simplesmente fazem um fundo para eventuais problemas judiciais no quais já se tem um teto estabelecido e pesquisado das condenações e ofertas possíveis de acordos”, explicou.
A proposta deixa claro que, nos casos de desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, o juiz pode aumentar a indenização com o intuito de atingir sua função punitiva e pedagógica.
Enriquecimento sem causa
De acordo com o deputado, a mudança vai ao encontro da opinião de diversos especialistas em Direito. Isso porque a Justiça, segundo ele, vem estabelecendo baixos valores de indenização porque teme o chamado enriquecimento sem causa da vítima, o que incentivaria uma espécie de “indústria do dano moral”.
“A timidez do juiz ao arbitrar essas indenizações em patamares mínimos resulta em mal muito maior que o fantasma do enriquecimento sem causa do lesado, pois faz crescer o sentimento de impunidade. A efetividade do processo judicial implica fundamentalmente a utilidade e adequação de seus resultados”, argumentou Neto.
Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Carolina Pompeu)
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Bancos orientam cliente a procurar canal alternativo para contornar greve
Bancos orientam cliente a procurar canal alternativo para contornar greve: Com a paralisação do atendimento nos bancos, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) orienta os clientes a procurar um canal alternativo para realizar os serviços durante o período de greve.
Segundo a entidade, o consumidor deve ver se há a disponibilidade de fazer as operações por meio de caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking (banco no celular), telefone e correspondentes bancários --casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados.
Sem acordo, bancários decidem entrar em greve nacional a partir de amanhã
Pressão por aumento real deve ser seguida por outras categorias
Leia mais (18/09/2012 - 09h00)
Segundo a entidade, o consumidor deve ver se há a disponibilidade de fazer as operações por meio de caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking (banco no celular), telefone e correspondentes bancários --casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados.
Sem acordo, bancários decidem entrar em greve nacional a partir de amanhã
Pressão por aumento real deve ser seguida por outras categorias
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