Redução de Custos: Redução de Custos - Como Fazer, Sem Errar na Dosag...: Quando se fala em redução de custos, principalmente em momentos de crise, a primeira ação a tomar numa empresa é a demissão de ...
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O ListNegócios foi criado para oferecer diversos serviços diferenciados,fornecidos por empresas especializadas altamente qualificadas, com enormes vantagens de custos e benefícios.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Redução de Custos: Redução de Custos - Como Fazer, Sem Errar na Dosag...
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Evento mostra como abrir e operar negócios na internet
Evento mostra como abrir e operar negócios na internet:
Empreendedores interessados em abrir ou melhorar negócios na internet vão aprender como entrar e operar nesse mundo virtual no Seminário e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e Meios de Pagamento – Ecom 2012. O evento será realizado nesta quinta-feira (18), em Brasília (DF), no Hotel Nacional, a partir das 8h30.
Esse é o décimo de 14 seminários que estão sendo promovidos pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com o apoio do Sebrae nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo da FIFA 2014 e ainda em Florianópolis (SC) e Belém (PA). O objetivo é capacitar e incentivar os empreendedores a operar negócios no meio digital e aproveitar as oportunidades surgidas com o mundial de futebol. Especialistas de órgãos e instituições que atuam na área de comércio eletrônico vão orientar os participantes.
O Sebrae promoverá, a partir das 10h, palestra sobre empreendedorismo digital. A instituição vai apresentar soluções como o Conecte seu Negócio - que proporciona a construção gratuita de um site; Click Marketing - ferramenta on line gratuita para construção e acompanhamento de plano de marketing; e o Sebraetec - programa que apoia as empresas que querem investir em inovação e tecnologia. Também serão oferecidas oficinas sobre como abrir uma loja virtual e atuar nas mídias sociais.
A analista de Atendimento Coletivo Comércio do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, lembra que o comércio eletrônico é uma tendência mundial que deverá ser reforçada no Brasil com a Copa do Mundo, devido ao aumento da demanda em função da movimentação de turistas. E os pequenos negócios, que são maioria principalmente na área de comércio, precisam estar preparados para aproveitar essa oportunidade.
Hoje, explica a analista, esse já é um mercado em expansão. “De 1º de janeiro a 30 de junho de 2012, as vendas pela internet no Brasil totalizaram R$ 10,2 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2011”, lembra.
Haverá um workshop de redes e mídias sociais e uma exposição de produtos, serviços e as principais tendências tecnológicas na área de comércio eletrônico e infraestrutura em tecnologia da informação. Nessa exposição, os empreendedores também poderão buscar orientações com consultores e especialistas.
Calendário
Os seminários Ecom 2012, que começaram em agosto, já foram realizados em São Paulo, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Além de Brasília, ainda em outubro serão promovidos mais dois eventos: dia 24, em Cuiabá (MT) e dia 31, em Belém (PA). O ciclo encerra em novembro com eventos no dia 8, em Manaus (AM), e dia 22, em Florianópolis (SC).
Esse é o décimo de 14 seminários que estão sendo promovidos pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com o apoio do Sebrae nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo da FIFA 2014 e ainda em Florianópolis (SC) e Belém (PA). O objetivo é capacitar e incentivar os empreendedores a operar negócios no meio digital e aproveitar as oportunidades surgidas com o mundial de futebol. Especialistas de órgãos e instituições que atuam na área de comércio eletrônico vão orientar os participantes.
O Sebrae promoverá, a partir das 10h, palestra sobre empreendedorismo digital. A instituição vai apresentar soluções como o Conecte seu Negócio - que proporciona a construção gratuita de um site; Click Marketing - ferramenta on line gratuita para construção e acompanhamento de plano de marketing; e o Sebraetec - programa que apoia as empresas que querem investir em inovação e tecnologia. Também serão oferecidas oficinas sobre como abrir uma loja virtual e atuar nas mídias sociais.
A analista de Atendimento Coletivo Comércio do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, lembra que o comércio eletrônico é uma tendência mundial que deverá ser reforçada no Brasil com a Copa do Mundo, devido ao aumento da demanda em função da movimentação de turistas. E os pequenos negócios, que são maioria principalmente na área de comércio, precisam estar preparados para aproveitar essa oportunidade.
Hoje, explica a analista, esse já é um mercado em expansão. “De 1º de janeiro a 30 de junho de 2012, as vendas pela internet no Brasil totalizaram R$ 10,2 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2011”, lembra.
Haverá um workshop de redes e mídias sociais e uma exposição de produtos, serviços e as principais tendências tecnológicas na área de comércio eletrônico e infraestrutura em tecnologia da informação. Nessa exposição, os empreendedores também poderão buscar orientações com consultores e especialistas.
Calendário
Os seminários Ecom 2012, que começaram em agosto, já foram realizados em São Paulo, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Além de Brasília, ainda em outubro serão promovidos mais dois eventos: dia 24, em Cuiabá (MT) e dia 31, em Belém (PA). O ciclo encerra em novembro com eventos no dia 8, em Manaus (AM), e dia 22, em Florianópolis (SC).
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As dez dicas de negócios de Lady Gaga
As dez dicas de negócios de Lady Gaga:
Em novembro, quando Lady Gaga desembarcar no Brasil para dois shows no Rio e em São Paulo, os fãs de música pop vão acompanhar de perto cada passo da autora de Bad Romance e Born This Way. Mas não são só eles que deveriam prestar atenção às peripécias da excêntrica performer. Sua história de sucesso pode servir de exemplo para qualquer pessoa que pensa em empreender. Com 13 milhões de álbuns e 51 milhões de singles vendidos no mundo, Lady Gaga é hoje um fenômeno da indústria fonográfica. Mas quais foram as armas que ela usou para deixar de ser a desconhecida Stefani Joanne e se transformar em uma celebrada – e milionária - estrela pop? O site All Business listou as dez atitudes de Lady Gaga que a levaram ao sucesso – e podem ser copiadas pelos empreendedores.
1. Aproveite ao máximo o poder das mídias sociais
Um dos feitos mais notáveis de Lady Gaga é ter conseguido arregimentar mais de 30 milhões de seguidores no Twitter: é a maior audiência do site. Imagine ter um público desse tamanho lendo sobre tudo que acontece com a sua empresa, a cada minuto do dia. Agora pense no que isso poderia fazer pelo crescimento da sua empresa. Com apenas 140 toques para passar a sua mensagem, você precisa fazer com que cada post valha a pena.
2. Faça uma parceria com uma empresa de sucesso
Para promover o seu último CD, Gaga fez uma parceria com a Zynga, empresa responsável pela criação do Farmville, um dos jogos mais populares do Facebook. Como resultado da parceria, a cantora ganhou seu próprio jogo, o Gagaville, além de ter seu nome promovido em diversos games da empresa, dando a ela uma grande exposição em um novo mercado. Seguindo esse mesmo raciocínio, talvez seja a hora de você pensar em parcerias inusitadas, que possam levar seus produtos para públicos diferentes.
3. Reinvente-se todos os dias
Cada aparição pública de Lady Gaga é tratada como um acontecimento: ninguém sabe qual será a cor do seu cabelo, qual extravagância fashion ela cometerá e que tipo de declaração sairá da sua boca. Claro que não é o caso de mudar o look do seu site todos os dias, mas é fundamental manter o conteúdo renovado. Blogs, páginas do Facebook e posts do Twitter precisam engajar os consumidores com ideias novas o tempo todo.
4. Faça algo inusitado para chamar a atenção
Ela já chegou a uma entrega de prêmios dentro de um ovo ou usando um vestido feito de carne. Por mais que algumas considerem essas atitudes apelativas, esse tipo de truque chama – e muito – a atenção da mídia e do público. Pense: que tipo de atitude inesperada você poderia tomar para chamar a atenção das pessoas para a sua empresa?
5. Copie seus heróis, mas com um toque original
A maior crítica feita a Lady Gaga é de que ela seria uma mera cópia, roubando ideias e canções de artistas como Madonna, Gwen Stefani ou Grace Jones. A verdade é que muitos artistas se inspiram em trabalhos anteriores. Não há nenhum problema nisso – desde que o performer injete originalidade e um toque pessoal na fórmula já conhecida. O mesmo vale para os negócios: inspire-se nas pessoas e empresas que admire e adote suas melhores práticas – sempre adaptando-as para a realidade da sua empresa.
6. Dê apoio a uma instituição de caridade
Lady Gaga já conseguiu reunir milhões de dólares para instituições que apoiam os direitos dos gays ou para ajuda a vítimas de desastres naturais. Mesmo que você não tenha tanto dinheiro assim, separe uma parte dele para dar apoio a alguma causa local. Isso contribuirá muito para melhorar a sua imagem – e a da sua empresa.
7. Não faça pausas no trabalho
Desde 2008, quando suas músicas invadiram as rádios de todo o planeta, Lady Gaga não parou: lançou um single após o outro, ementou turnês com álbuns novos, lançou videoclipes cada vez mais ousados. Algumas pessoas dizem que tamanha exposição pode ser prejudicial – mas não é o que vem acontecendo com ela. Todo empreendedor precisa de um break para descansar e recarregar as baterias. Mas será que você está dedicando todo o tempo e energia que poderia para construir o seu sonho?
8. Assuma as suas falhas
Lady Gaga está longe de ser um modelo de beleza convencional: seu rosto, suas roupas, seu jeito de dançar podem incomodar ou chocar. Mas ela nunca deixou que isso fosse um obstáculo – pelo contrário, usou suas particularidades como armas para construir uma imagem única. As pessoas dizem que sua empresa é muito pequena, que atua em uma área inexpressiva, ou que não tem certas características comuns no mercado? Encare essas “falhas” como trunfos e use as diferenças para promover o seu negócio.
9. Conheça o seu público
Ano após ano, a cantora mostra que sabe exatamente do que os fãs gostam. Músicas para dançar na pista? Estão presentes em todos os discos. Figurinos cada vez mais alucinados? Pode ter certeza que seu show terá muitos. Baladas rasgadas onde ela explora sua veia mais romântica? Também estão garantidas. Lição básica: conheça bem o seu público e saiba o que precisa fazer para atender às suas necessidades.
10. Estimule a lealdade dos clientes
Lady Gaga criou um nome carinhoso para o público que a adora: são os “little monsters”, ou “monstrinhos”. Cada um deles é extremamente fiel à cantora, e defenderá suas atitudes (e suas músicas) até o fim. Eles fãs devotos também comprarão todo e qualquer produto que ela coloque no mercado. Talvez não seja o caso de criar um apelido tão fantasioso, mas que tal criar um nome, ou um slogan, que provoque identificação – e devoção – nos clientes?
1. Aproveite ao máximo o poder das mídias sociais
Um dos feitos mais notáveis de Lady Gaga é ter conseguido arregimentar mais de 30 milhões de seguidores no Twitter: é a maior audiência do site. Imagine ter um público desse tamanho lendo sobre tudo que acontece com a sua empresa, a cada minuto do dia. Agora pense no que isso poderia fazer pelo crescimento da sua empresa. Com apenas 140 toques para passar a sua mensagem, você precisa fazer com que cada post valha a pena.
2. Faça uma parceria com uma empresa de sucesso
Para promover o seu último CD, Gaga fez uma parceria com a Zynga, empresa responsável pela criação do Farmville, um dos jogos mais populares do Facebook. Como resultado da parceria, a cantora ganhou seu próprio jogo, o Gagaville, além de ter seu nome promovido em diversos games da empresa, dando a ela uma grande exposição em um novo mercado. Seguindo esse mesmo raciocínio, talvez seja a hora de você pensar em parcerias inusitadas, que possam levar seus produtos para públicos diferentes.
3. Reinvente-se todos os dias
Cada aparição pública de Lady Gaga é tratada como um acontecimento: ninguém sabe qual será a cor do seu cabelo, qual extravagância fashion ela cometerá e que tipo de declaração sairá da sua boca. Claro que não é o caso de mudar o look do seu site todos os dias, mas é fundamental manter o conteúdo renovado. Blogs, páginas do Facebook e posts do Twitter precisam engajar os consumidores com ideias novas o tempo todo.
4. Faça algo inusitado para chamar a atenção
Ela já chegou a uma entrega de prêmios dentro de um ovo ou usando um vestido feito de carne. Por mais que algumas considerem essas atitudes apelativas, esse tipo de truque chama – e muito – a atenção da mídia e do público. Pense: que tipo de atitude inesperada você poderia tomar para chamar a atenção das pessoas para a sua empresa?
5. Copie seus heróis, mas com um toque original
A maior crítica feita a Lady Gaga é de que ela seria uma mera cópia, roubando ideias e canções de artistas como Madonna, Gwen Stefani ou Grace Jones. A verdade é que muitos artistas se inspiram em trabalhos anteriores. Não há nenhum problema nisso – desde que o performer injete originalidade e um toque pessoal na fórmula já conhecida. O mesmo vale para os negócios: inspire-se nas pessoas e empresas que admire e adote suas melhores práticas – sempre adaptando-as para a realidade da sua empresa.
6. Dê apoio a uma instituição de caridade
Lady Gaga já conseguiu reunir milhões de dólares para instituições que apoiam os direitos dos gays ou para ajuda a vítimas de desastres naturais. Mesmo que você não tenha tanto dinheiro assim, separe uma parte dele para dar apoio a alguma causa local. Isso contribuirá muito para melhorar a sua imagem – e a da sua empresa.
7. Não faça pausas no trabalho
Desde 2008, quando suas músicas invadiram as rádios de todo o planeta, Lady Gaga não parou: lançou um single após o outro, ementou turnês com álbuns novos, lançou videoclipes cada vez mais ousados. Algumas pessoas dizem que tamanha exposição pode ser prejudicial – mas não é o que vem acontecendo com ela. Todo empreendedor precisa de um break para descansar e recarregar as baterias. Mas será que você está dedicando todo o tempo e energia que poderia para construir o seu sonho?
8. Assuma as suas falhas
Lady Gaga está longe de ser um modelo de beleza convencional: seu rosto, suas roupas, seu jeito de dançar podem incomodar ou chocar. Mas ela nunca deixou que isso fosse um obstáculo – pelo contrário, usou suas particularidades como armas para construir uma imagem única. As pessoas dizem que sua empresa é muito pequena, que atua em uma área inexpressiva, ou que não tem certas características comuns no mercado? Encare essas “falhas” como trunfos e use as diferenças para promover o seu negócio.
9. Conheça o seu público
Ano após ano, a cantora mostra que sabe exatamente do que os fãs gostam. Músicas para dançar na pista? Estão presentes em todos os discos. Figurinos cada vez mais alucinados? Pode ter certeza que seu show terá muitos. Baladas rasgadas onde ela explora sua veia mais romântica? Também estão garantidas. Lição básica: conheça bem o seu público e saiba o que precisa fazer para atender às suas necessidades.
10. Estimule a lealdade dos clientes
Lady Gaga criou um nome carinhoso para o público que a adora: são os “little monsters”, ou “monstrinhos”. Cada um deles é extremamente fiel à cantora, e defenderá suas atitudes (e suas músicas) até o fim. Eles fãs devotos também comprarão todo e qualquer produto que ela coloque no mercado. Talvez não seja o caso de criar um apelido tão fantasioso, mas que tal criar um nome, ou um slogan, que provoque identificação – e devoção – nos clientes?
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Demanda de empresas por crédito cai 17% em setembro
Demanda de empresas por crédito cai 17% em setembro:
O número de empresas que procuraram crédito em setembro caiu 17% na comparação com o mês anterior, informou a Serasa Experian, com base em pesquisa feita em 1,2 milhão de consultas. Houve queda também, de 15%, se o resultado for comparado com setembro do ano passado. No acumulado dos nove primeiros meses de 2012, a busca das empresas por crédito registrou variação negativa de 3% sobre o mesmo período de 2011.
De acordo com a Serasa Experian, a demanda foi afetada pelo menor número de dias úteis em setembro - 19 ante 23 em agosto. "Ajustada pela quantidade de dias úteis, a média diária da demanda das empresas por crédito em setembro foi 0,5% superior à de agosto, refletindo a trajetória de gradual recuperação da atividade econômica, tendência que deverá prevalecer ao longo dos próximos meses", informou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As micro e pequenas companhias foram as que mais diminuíram a procura por crédito em setembro, com um recuo de 17,9% ante agosto. Nas médias empresas houve queda de 2,5% e nas grandes o Indicador de Demanda das Empresas por Crédito registrou alta de 0,2% na mesma base de comparação. No acumulado do ano sobre o mesmo período de 2011, a procura apresenta diminuição de 3,9% no caso das micro e pequenas empresas, alta de 12,1% para médias e avanço de 15,2% para grandes companhias.
"O cenário internacional ainda com elevado grau de instabilidade, prejudicando captação de recursos externos ou via mercado de capitais, e a presença de subsídios creditícios oficiais - recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por exemplo - vêm incentivando a demanda das médias e das grandes empresas por crédito perante fontes domésticas de financiamento", afirma a Serasa Experian.
Na divisão por setor da economia, as empresas comerciais diminuíram em 14,6% a procura por crédito em setembro na comparação com agosto, as industriais reduziram 14,8% e as de serviços apresentaram baixa de 20,1%. No acumulado do ano, até setembro, esses setores apresentam baixas de, respectivamente, 4,6%, 3,1% e 1,2%.
De acordo com a Serasa Experian, a demanda foi afetada pelo menor número de dias úteis em setembro - 19 ante 23 em agosto. "Ajustada pela quantidade de dias úteis, a média diária da demanda das empresas por crédito em setembro foi 0,5% superior à de agosto, refletindo a trajetória de gradual recuperação da atividade econômica, tendência que deverá prevalecer ao longo dos próximos meses", informou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As micro e pequenas companhias foram as que mais diminuíram a procura por crédito em setembro, com um recuo de 17,9% ante agosto. Nas médias empresas houve queda de 2,5% e nas grandes o Indicador de Demanda das Empresas por Crédito registrou alta de 0,2% na mesma base de comparação. No acumulado do ano sobre o mesmo período de 2011, a procura apresenta diminuição de 3,9% no caso das micro e pequenas empresas, alta de 12,1% para médias e avanço de 15,2% para grandes companhias.
"O cenário internacional ainda com elevado grau de instabilidade, prejudicando captação de recursos externos ou via mercado de capitais, e a presença de subsídios creditícios oficiais - recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por exemplo - vêm incentivando a demanda das médias e das grandes empresas por crédito perante fontes domésticas de financiamento", afirma a Serasa Experian.
Na divisão por setor da economia, as empresas comerciais diminuíram em 14,6% a procura por crédito em setembro na comparação com agosto, as industriais reduziram 14,8% e as de serviços apresentaram baixa de 20,1%. No acumulado do ano, até setembro, esses setores apresentam baixas de, respectivamente, 4,6%, 3,1% e 1,2%.
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As 10 empresas mais cobiçadas do mundo
As 10 empresas mais cobiçadas do mundo:
O LinkedIn criou uma lista com as 100 empresas mais cobiçadas do mundo para se trabalhar. O ranking foi elaborado através da interação dos mais de 175 milhões de perfis do site. Confira as dez mais:
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Fonte: LinkedIn
- Ou seria os salários mais cobiçados do mundo?
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- Apple
- Microsoft
- Unilever
- GE
- Pepsico
- P&G
- McKinsey&Company
- Coca-Cola
Fonte: LinkedIn
- Ou seria os salários mais cobiçados do mundo?
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Liga Retrô expande-se por franquias com foco nas cidades-sede da Copa
Liga Retrô expande-se por franquias com foco nas cidades-sede da Copa:
A Liga Retrô busca a nostalgia para vender imitações de uniformes de futebol antigos. Que amante do esporte não quer ter a camisa do Pelé usada na seleção brasileira de 1970? Buscando resgatar a história dos clubes, os sócios Marcelo Roisman e Leonardo Klarnet inauguram, em 2006, um esquema de vendas online das peças. Hoje, aproveitando o embalo da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil, a dupla quer expandir a rede de lojas físicas pelo sistema de franquias. Dos nove estabelecimentos, cinco funcionam nesse formato.
As lojas concentram-se no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para expandir o alcance da empresa, será aberta em novembro uma unidade no Boulevard Shopping, em Belém (PA). Até março de 2013, a Liga Retrô também estará presente no Boulevard Lages Shopping, em Lages (SC). O objetivo é alcançar todas as 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014.
Um ano após a fundação da marca online, que exigiu investimento inicial de R$ 300 mil, os sócios decidiram estabelecer lojas físicas. “Em 2007, muitos ainda não confiavam em comprar pela internet. E o público sente falta de tocar no produto para certificar-se da qualidade da camiseta”, diz Roisman. A Liga Retrô estabeleceu-se primeiro em Ipanema, no Rio de Janeiro, por ser um bairro de classe alta. A dupla desembolsou mais R$ 500 mil. A loja, assim como as que a sucederam, segue o mesmo layout do site.
A opção por abrir o sistema de franquias veio da vontade de ampliar o alcance da Liga Retrô no país, tanto em capitais quanto em cidades interioranas. Os sócios procuram por pessoas que amem futebol e que tenham perfil empreendedor. “Possuir experiência prévia em negócios é um diferencial considerável, já que nossas lojas exigem acompanhamento diário”, afirma Roisman.
Os franqueados recebem treinamento da matriz – podem ir até o Rio de Janeiro, onde fica o escritório da marca, ou requisitar visita à sua cidade. É propiciado auxílio para contratação de vendedores, escolha do ponto de venda e negociação com os shoppings. Um formato que promete aumentar 40% da procura por franquias da Liga Retrô é o quiosque, por exigir um investimento inicial inferior ao de uma loja. Mensalmente, há visitas que inspecionam o andamento do estabelecimento.
Para abrir uma unidade, é necessário investimento de aproximadamente R$ 200 mil, com previsão de retorno de 24 meses. Para os quiosques, a tacada inicial é de R$ 93 mil, com estimativa de 12 meses para recuperar a quantia. A área necessária para montar uma loja é 30 m², e quiosques, 6 m².
Quanto custa ter uma franquia Liga Retrô
Fonte: Divulgação
A dupla de sócios da Liga Retrô: Marcelo Roisman (à esquerda) e Leonardo Klarnet (à direita).
As lojas concentram-se no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para expandir o alcance da empresa, será aberta em novembro uma unidade no Boulevard Shopping, em Belém (PA). Até março de 2013, a Liga Retrô também estará presente no Boulevard Lages Shopping, em Lages (SC). O objetivo é alcançar todas as 12 cidades-sede da Copa do Mundo em 2014.
Um ano após a fundação da marca online, que exigiu investimento inicial de R$ 300 mil, os sócios decidiram estabelecer lojas físicas. “Em 2007, muitos ainda não confiavam em comprar pela internet. E o público sente falta de tocar no produto para certificar-se da qualidade da camiseta”, diz Roisman. A Liga Retrô estabeleceu-se primeiro em Ipanema, no Rio de Janeiro, por ser um bairro de classe alta. A dupla desembolsou mais R$ 500 mil. A loja, assim como as que a sucederam, segue o mesmo layout do site.
A opção por abrir o sistema de franquias veio da vontade de ampliar o alcance da Liga Retrô no país, tanto em capitais quanto em cidades interioranas. Os sócios procuram por pessoas que amem futebol e que tenham perfil empreendedor. “Possuir experiência prévia em negócios é um diferencial considerável, já que nossas lojas exigem acompanhamento diário”, afirma Roisman.
Os franqueados recebem treinamento da matriz – podem ir até o Rio de Janeiro, onde fica o escritório da marca, ou requisitar visita à sua cidade. É propiciado auxílio para contratação de vendedores, escolha do ponto de venda e negociação com os shoppings. Um formato que promete aumentar 40% da procura por franquias da Liga Retrô é o quiosque, por exigir um investimento inicial inferior ao de uma loja. Mensalmente, há visitas que inspecionam o andamento do estabelecimento.
Para abrir uma unidade, é necessário investimento de aproximadamente R$ 200 mil, com previsão de retorno de 24 meses. Para os quiosques, a tacada inicial é de R$ 93 mil, com estimativa de 12 meses para recuperar a quantia. A área necessária para montar uma loja é 30 m², e quiosques, 6 m².
Quanto custa ter uma franquia Liga Retrô
| Tipo de negócio | Loja de artigos esportivos |
| Data de fundação da empresa | 2006 |
| Investimento inicial | R$ 93 mil (quiosques) ou R$ 200 mil (lojas) |
| Taxa de Franquia | R$ 25 mil (quiosques) e R$ 30 mil (lojas) |
| Royalties | 6% do faturamento bruto |
| Capital de giro | R$ 20 mil |
| Taxa de publicidade | 2% sobre o faturamento bruto |
| Faturamento médio mensal | R$ 35 mil mensais (quiosques) e R$ 60 mil mensais (lojas) |
| Lucro líquido | variável; depende do ponto, aluguel cobrado, faturamento etc. |
| Prazo médio de retorno do investimento | 12 meses (quiosques) e 24 meses (lojas) |
| Prazo de contrato | 60 meses |
| Regiões de interesse | Brasil |
| Área mínima da unidade | 6 m2 (quiosques) e 30 m2 (lojas) |
| Funcionários | em torno de 4 (1 gerente e 3 vendedores) |
| franquias@ligaretro.com | |
| Site | www.ligaretro.com.br |
| Telefone | (21) 2267-0546 |
Fonte: Divulgação
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Fundadores do Zuppa lançam nova aceleradora em São Paulo
Fundadores do Zuppa lançam nova aceleradora em São Paulo:
Criada por Mike Ajnsztajn e Pedro Waengertner – fundadores do Zuppa, site de reservas de restaurantes comprado pelo Peixe Urbano em fevereiro –, a Aceleratech chegou ao mercado no início de outubro, engrossando o caldo das aceleradoras brasileiras. Sediado na ESPM, em São Paulo, o programa tem duração de 12 semanas, abordando módulos de mídias sociais, mobile marketing, modelo de negócios, execução de ideias e experiência do usuário. O investimento inicial nas startups, por sua vez, é de R$ 20 mil. Além do capital, a Aceleratech também oferece o tradicional pacote de mentoria, suporte jurídico-contábil e networking. Em entrevista ao site Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Ajnsztaj fala sobre o novo projeto e o cenário de aceleradoras nacional. As inscrições para o programa podem ser feitas no site da Aceleratech até o dia 15 de novembro.
Como surgiu a ideia da Aceleratech?
Depois da venda do Zuppa, comecei a investir em startups no Brasil. Eu já conhecia modelos de aceleradoras americanas sediadas dentro de universidades e resolvemos adaptar esse conceito para o mercado brasileiro. Apresentamos o projeto para ESPM, onde o Pedro é coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital. Foi uma convergência de oportunidades e valores. A fase de um negócio de que eu mais gosto é a inicial. Nesse sentido, abrir uma startup que lança outras startups me pareceu um conceito bastante atraente.
Qual é o diferencial do programa em relação às outras aceleradoras?
Temos uma proposta de mentoria especializada. Além de CEOs – que são os chamados mentores padrinhos –, nosso time de mentores é composto por especialistas em diversas áreas, do webdesign à estratégia de negócios. Nossos módulos contam com a presença de professores de pós-graduação da ESPM. Isso permite uma abordagem mais específica e pontual na hora de resolver os problemas do empreendedor.
Qual é o perfil de empreendedor que a Aceleratech está de olho?
Estamos focados no mercado digital, em áreas como e-commerce, aplicativos, softwares e games. Priorizamos equipes multidisciplinares. Pessoalmente, acredito que o time ideal seja composto por três perfis complementares: o técnico, o comercial e o visionário. Em casos que o empreendedor tem uma ideia muito boa na mão, mas não tem o time completo, podemos ajudar a fazer essas conexões.
Como foi definido o valor do share cedido pelas startups?
Vai de 10% a 20%, dependendo da fase de amadurecimento em que a startup se encontra.
O número de aceleradoras tem crescido rapidamente no Brasil. Alguns especialistas já falam sobre a formação de uma bolha. Afinal de contas, existe espaço para o boom das aceleradoras?
Ainda existe espaço para crescer. Alguns locais, como o Rio de Janeiro, vêm se revelando como um polo de aceleradoras. Mas, se observarmos o cenário em São Paulo, que é o maior mercado nacional, o número de iniciativas ainda é pequeno em relação às oportunidades existentes. Não acredito em uma bolha. Mas acho que em breve começaremos a ver algumas aceleradoras repensando seus modelos, especializando-se em nichos específicos ou convertendo-se em incubadoras.
Como surgiu a ideia da Aceleratech?
Depois da venda do Zuppa, comecei a investir em startups no Brasil. Eu já conhecia modelos de aceleradoras americanas sediadas dentro de universidades e resolvemos adaptar esse conceito para o mercado brasileiro. Apresentamos o projeto para ESPM, onde o Pedro é coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital. Foi uma convergência de oportunidades e valores. A fase de um negócio de que eu mais gosto é a inicial. Nesse sentido, abrir uma startup que lança outras startups me pareceu um conceito bastante atraente.
Qual é o diferencial do programa em relação às outras aceleradoras?
Temos uma proposta de mentoria especializada. Além de CEOs – que são os chamados mentores padrinhos –, nosso time de mentores é composto por especialistas em diversas áreas, do webdesign à estratégia de negócios. Nossos módulos contam com a presença de professores de pós-graduação da ESPM. Isso permite uma abordagem mais específica e pontual na hora de resolver os problemas do empreendedor.
Qual é o perfil de empreendedor que a Aceleratech está de olho?
Estamos focados no mercado digital, em áreas como e-commerce, aplicativos, softwares e games. Priorizamos equipes multidisciplinares. Pessoalmente, acredito que o time ideal seja composto por três perfis complementares: o técnico, o comercial e o visionário. Em casos que o empreendedor tem uma ideia muito boa na mão, mas não tem o time completo, podemos ajudar a fazer essas conexões.
Como foi definido o valor do share cedido pelas startups?
Vai de 10% a 20%, dependendo da fase de amadurecimento em que a startup se encontra.
O número de aceleradoras tem crescido rapidamente no Brasil. Alguns especialistas já falam sobre a formação de uma bolha. Afinal de contas, existe espaço para o boom das aceleradoras?
Ainda existe espaço para crescer. Alguns locais, como o Rio de Janeiro, vêm se revelando como um polo de aceleradoras. Mas, se observarmos o cenário em São Paulo, que é o maior mercado nacional, o número de iniciativas ainda é pequeno em relação às oportunidades existentes. Não acredito em uma bolha. Mas acho que em breve começaremos a ver algumas aceleradoras repensando seus modelos, especializando-se em nichos específicos ou convertendo-se em incubadoras.
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